Vão

É a mesma aragem que levanta as folhas
A mesma paisagem da minha janela
E os muros caiados
Os motores ao longe
E o marchar dos ponteiros…
Seria tudo a mesma essência
Não fosse o vão de uma ausência
E o vácuo que ela fez
Não fosse o vão de uma ausência
E o vácuo que ela fez

Existe no entanto
Um bálsamo Divino
Que seca o meu pranto
E amortece a dor
Eis que apenas dorme
Para logo despertar
Quando enfim Cristo chamar…
Para levar à Sua Cidade
Pra conceder a eternidade
Todos juntos outra vez

Bem-aventurados todos
Que desde agora e até o fim
Dormem no Senhor
Suas obras vão com eles,
Sua coroa está guardada
Será o fim de toda dor,
O fim de toda a dor
Bem-aventurados todos
Que dormem no Senhor

Os que morreram na esperança
Da volta de Jesus
Receberão a boa herança
Partilharão de sua luz
E nós os que ficamos
Confirmemos nossa fé
Pois Cristo é garantia
O reencontro certo é…

Bem-aventurados todos
Que desde agora e até o fim
Dormem no Senhor
Suas obras vão com ele,
Sua coroa está guardada
Será o fim de toda dor,
O fim de toda a dor
Bem-aventurados todos
Que dormem no Senhor

Robson Fonseca

~ por Carla Egídio em 03/08/2011.

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